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Annapon ( escritora e blogueira )

A Missão das Quatro Estações

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Triângulo do Drama




Olá leitores queridos!


Existe um tipo de comportamento humano muito comum que obedece à seguinte sequencia:


Salvador - Vítima - Algoz


Creio que todos nós, um dia ao longo de nossa vida, já nos comportamos assim até mesmo sem perceber.


Aprendi essa lição numa das obras psicografadas por Francisco do Espirito Santo Neto, pelo espirito Hammed, "Um modo de Entender" leitura que recomendo e que me apresentou esse estudo do psiquiatra Steven Karpman.


A lição consiste no seguinte esquema:


As vezes, por alguma razão, temos muita vontade de ajudar alguém. Envidamos todos os nossos esforços para obter exito nessa empreitada de socorro ao outro, sem ao menos perguntar se essa ajuda é bem vinda, ou seja, se o outro quer mesmo ser ajudado.

Essa é a postura do Salvador, ou, pretenso salvador.


O Salvador, frustrado, diante da negativa do outro em aceitar sua ajuda, passa a se comportar como vitima quase sempre dizendo o seguinte:


- Poxa! Estou querendo te ajudar e você não entende? Faço tanto por você, me preocupo, falo como deve se comportar e você não dá atenção. Isso me fere sabe? Fico triste porque quero te ajudar e você despreza meu cuidado...


Dessa postura de vítima, passa para o outro estágio, o de algoz. Sim porque quis ser salvador e não conseguiu, posou de vítima e foi ignorado, portanto, sendo algoz, seu ego "salvador" será satisfeito ok? Talvez, quem sabe, mas, vamos continuar.


O algoz passa então a provocar sua vítima. Com seu ego desprezado, o algoz arma ciladas, tem prazer quando assiste a derrota do outro, o persegue de todas as formas e com isso esquece de viver sua própria vida.


Enquanto escrevia esse post, resolvi pesquisar sobre o triângulo de sentimentos acima exposto e encontrei um texto pertinente que compartilho para que fique bem claro esse meu pensamento:

Triângulo do Drama

Publicado por GLORIA TELLEZ

Origem

O Triângulo do Drama foi originalmente criado por Steven Karpman para representar o processo de auto-vitimização através das três faces da vítima.

A maioria de nós reage inconscientemente à vida através de uma posição de vítima. Sempre que nos recusamos a assumir responsabilidade por nós mesmos, nós escolhemos ser vítimas. Isso faz com que nos sintamos à mercê, traídos e injustiçados, não importando em qual situação estejamos.

Karpman nomeou os três papéis no Triângulo do Drama Perseguidor, Salvador e Vítima, e os colocou em um triângulo invertido representando as três faces da vítima. Apesar de somente um dos papéis se chamar Vítima, todos três se originam e terminam nele. Portanto, todos são paradas na estrada da auto-vitimização. Cada um de nós é mais familiar com um papel, que chamo de posição inicial.

Como funciona

Aprendemos nossa posição inicial dentro da nossa família. Apesar de cada um de nós ter um papel com o qual mais nos identificamos, nós também atuamos em outros papéis, rodando o triângulo, por vezes em questão de minutos, ou até mesmo segundos, várias vezes por dia.

O Salvador se torna vítima vestindo a carapuça de mártir: “Depois de tudo que eu fiz por você…”, enquanto o Perseguidor se vitimiza como forma de justificar vingança: “Se não fosse por você, eu não teria tido que…”.


Enquanto o Salvador persegue privando a vítima de seus cuidados e atenção, um Perseguidor salva de forma quase tão dolorosa quanto quando está em modo de ataque.

Assumindo os papéis

Uma pessoa cuja posição inicial é a de Vítima é perpetuamente digna de pena e incapaz. Até sua forma de salvamento é inferior: “Você é o único que pode me ajudar, porque é tão talentoso, ou inteligente, ou…”Nós não somente atuamos nesses papéis triangularmente distorcidos em nossas relações diárias com outras pessoas, mas também internamente.

Damos a volta no triângulo em nossa mente tão rápido quanto o fazemos em relação ao mundo exterior. Caímos em nossa própria armadilha com um diálogo interno desonesto e disfuncional.

Antes que saiamos do triângulo temos de reconhecer e desejar abrir mão do drama que ele produz. Temos de, primeiramente, tornar-nos intimamente conhecedores dos preços e barganhas de cada parada no caminho da auto-vitimização. Isso nos possibilitará não somente reconhecer os vários papéis, mas também avaliar realisticamente as conseqüências de estar atuando em qualquer um deles.

Identificar a linguagem e a movimentação de cada papel nos ajuda ainda mais a perceber quando estamos sendo envolvidos por outras pessoas em um triângulo. Com esta percepção, nós podemos escolher se queremos ou não dançar a música vergonhosa da vítima. Com isto em mente, vamos examinar cada papel cuidadosamente.

Os papéis

O papel de Salvador é o princípio da sombra maternal. É a reação tipicamente co-dependente que chamamos de “sufocante”. Isso faz com que seja essencial ter uma vítima dependa dele. O Salvador é protetor, mediador; aquele que deseja “consertar” os problemas, mesmo não tendo sido chamado para isso. Por isso muitas vezes fica desapontado com a vitima.

A Vítima é a sombra da perfeita criança: inocente, vulnerável e carente. Vítimas adotam a atitude de “Eu não consigo”, estando sempre em busca de alguém que seja “mais capaz” para cuidar deles. Vítimas negam tanto sua capacidade de resolver problemas quanto seu potencial para gerar poder. Sente-se impotente, à mercê, maltratado, intrinsecamente mau e errado.

O Perseguidor tenta “reformar” através da força. Este papel é tomado por alguém que quer ter suas necessidades atendidas através de métodos autoritários, controladores e até mesmo punitivos. O Perseguidor se livra do sentimento de culpa colocando poder em outros, por isso sempre precisa de uma Vítima para culpar.

O Perseguidor acredita que tem de brigar com o mundo para sobreviver! Seu grito de guerra pode muito bem ser “Eu fui injustiçado e alguém tem de pagar!”.

O Triângulo do Drama no dia a dia

Em situações de conflito, identifique qual papel você está interpretando para poder assumir o controle da situação.

Você pode se fazer algumas das seguintes perguntas:

O que não estou fazendo?

O que preciso fazer?

Quem está assumindo a responsabilidade de quem?

Estou permitindo à outra pessoa assumir suas responsabilidades?

Quem tem o poder? Como eu sei?

Concordei com mais do que eu quero fazer?

Estou fazendo mais do que me corresponde?

Estou assumindo meu poder de forma positiva e adequada?

Estou utilizando meu poder para definir meus próprios limites e assumir a responsabilidade por mim e minhas ações?

Que limites que eu preciso estabelecer?

Estou usando o meu poder para cuidar de mim mesmo corretamente?

O que estou sentindo sobre esta situação? Como eu gostaria de me sentir?

Que medidas preciso tomar para lidar com esta situação da melhor maneira possível e obter o melhor resultado possível?

Veja que atitude tomar segundo o papel que você assumiu nessa situação:

O salvador tem de assumir a responsabilidade por si e por suas ações, conectar-se com seu poder e reconhecer a sua vulnerabilidade.

A vítima precisa reconhecer sua própria vulnerabilidade e assumir a responsabilidade para si própria, aceitar que tem poder e é capaz de utilizá-lo adequadamente.

O perseguidor mantem o poder em si mesmo, em vez de ter medo dele, transferi-lo para a vítima, ou utilizá-lo dissimuladamente.Robert T LCSW - O triângulo de relacionamento -


Esta é uma maneira útil de olhar para os relacionamentos, e eu uso isso em todo o meu trabalho com casais tanto como uma maneira de ver onde eles estão, mas também onde eles precisam ir. É baseado no Triângulo do Drama, também conhecido como o Triângulo de Karpman, que foi desenvolvido pelo psiquiatra Steven Karpman no início dos anos 70. O que se segue em minha interpretação e expansão sobre as idéias originais de Karpman.


Comece imaginando ou desenhando um triângulo de cabeça para baixo (faça isso agora, isso vai ajudar). No topo há duas letras, P à esquerda tinha lado, R à direita. Na parte inferior, a ponta do triângulo é a letra V.


O triângulo representa a relação entre duas pessoas. As P, R e V representam papéis diferentes que as pessoas podem desempenhar; Não é o próprio povo, mas um papel. Os papéis interagem e há sempre alguém no topo que parece ter mais poder, e alguém no fundo. A relação move-se aproximadamente em um círculo como segue:


A pessoa é a posição R é o salvador. A pessoa nesse papel essencialmente tem controle de "cara legal". Ele se agarra ao V ou à vítima. A pessoa nesse papel sente-se oprimida às vezes. Ele sente que os problemas estão caindo em sua cabeça. O salvador entra e diz: "Eu posso te ajudar, basta fazer o que eu digo, tudo ficará bem". Muitas vezes os casais vão começar seu relacionamento em alguma forma dessas. Eles psicologicamente armaram um negócio: O socorrista diz que eu vou concordar em ser grande, forte, bom e agradável; A vítima diz que eu concordarei em ser oprimido e incapaz de

gerenciar. Todos estão felizes. O socorrista sente-se necessário, importante e responsável. A vítima tem alguém para cuidar dele.


E funciona bem, exceto de vez em quando uma de duas coisas acontece. Às vezes, o socorrista fica cansado de fazer tudo. Ele sente que está assumindo todas as responsabilidades e que o outro não está puxando seu peso, não devolvendo nada, não apreciando o que o salvador está fazendo. O salvador fica farto, zangado, ressentido. Bam! Ele muda para o P, o papel de perseguidor. Ele repentinamente explode - geralmente sobre algo menor como limpar a lavanderia ou tirar o lixo - ou atos fora - sai e gasta muito dinheiro, vai beber, tem um caso. Ele sente que ele merece, olha, afinal, diz para si mesmo, com o que eu tenho aguentado! A mensagem do comportamento e da raiva que geralmente não sai muito claramente é: "Por que você não cresce! Por que você não toma alguma responsabilidade! Por que eu tenho que fazer tudo por aqui! Aprecio o que estou fazendo por você! Isso é injusto! " O sentimento de injustiça é forte.


Nesse ponto, a vítima fica assustada e se move até a posição R, tenta recuperar e acalmar as águas. "Eu sinto muito", diz ele. "Eu não percebi, eu realmente aprecio o que você faz. Eu vou fazer melhor." Então o perseguidor sente-se mal sobre tudo o que ele fez ou disse e desce para a posição da vítima e fica deprimido. Então ambos estabilizam e voltam para suas posições originais.


A outra coisa que acontece, às vezes, é que a vítima se cansa de ser a vítima. Ele fica cansado do outro sempre executando o show, sempre dizendo-lhe o que fazer. Ele fica cansado de ser desprezado, porque o socorrista está basicamente dizendo: "Se não fosse por mim, você não conseguiria." De vez em quando a vítima fica farta e Bam, move-se para o papel de perseguidor. Como o salvador, a vítima neste papel explode e fica com raiva geralmente sobre algo pequeno, ou age fora.


A mensagem que não é dita é:

- Por que você não sai de perto? Deixe-me sozinho, pare de controlar a minha vida! Afaste-se, eu posso fazer as coisas sozinho! O socorrista ouve isso e se move para a posição da vítima. Ele diz a si mesmo: "Pobre de mim, toda vez que eu tento ajudar, olha o que eu tenho." O perseguidor então se sente mal por tudo o que ele fez ou disse e vai para a posição de socorrista e diz algo como: "Eu estava estressado, não tomei meus remédios, estava cansado por causa das crianças. E, em seguida, eles voltarão para onde estavam originalmente.

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