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Textos psicografados, romance, Umbanda, Espiritismo compõem a tônica do A Alma das Coisas.
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Annapon ( escritora e blogueira )

A Missão das Quatro Estações

Olá amigos leitores do "A Alma das Coisas"! O blog está com uma novidade, romance mediúnico totalmente gratuito e publicado, ...

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Porque estudar Teologia de Umbanda Sagrada? Alexandre Cumino - plataforma EAD -


O que é Teologia?
Porque estudar Teologia de Umbanda Sagrada?
Teologia é a ciência que trata de Deus seus atributos e perfeições, bem como suas relações com os
homens.
Há duas formas de estudar religião, de dentro para fora e de fora para dentro.
De dentro, quem estuda é o religioso, fazendo e produzindo Teologia.
De fora, quem estuda é o cientista da religião, por meio das Ciências Humanas.
A Teologia tem por tarefa explicar a religião.
As Ciências da Religião (Humanas) procuram apenas entendê-la como um fenômeno humano seja um
fato social, psicológico, antropológico, histórico, filosófico ou outros. Sem no entanto estudar ou
aprofundar em seus fundamentos, tarefa esta da Teologia.
Todo religioso quando passa a explicar sua religião produz Teologia.
Só quem pode explicar a religião é o religioso, os demais devem tentar compreende-la.
Um Cientista pode questionar seus aspectos humanos nas mais variadas áreas.
Apenas o religioso faz crer, ensinar, preparar e iniciar a outros religiosos,
dentro de sua ciência a Teologia.
Esta Ciência pode ser definida como um estudo racional de seu universo religioso, o que envolve
desde os fundamentos mais básicos de seu ritual – sua liturgia – até conceitos mais elaborados de sua
Gênese ou Cosmologia.
Estudar Teologia é Estudar Religião.
Estudar Teologia de Umbanda é estudar a Religião de Umbanda.
Teologia de Umbanda Sagrada é um estudo de todo o universo de Umbanda, desde os Orixás
passando pelos guias e vindo até nós. Aqui vamos abordar Umbanda de forma teórica, sem a pretensão
de mostrar a ninguém como deve ser o trabalho prático que as entidades tão bem realizam em templo
(terreiro/centro/tenda/abacá/núcleo e outros), simplesmente com o objetivo de sanar aquelas
dúvidas que muitas vezes não conseguimos esclarecer no dia a dia dentro do templo.
É tempo de estudarmos realmente a Teologia de Umbanda Sagrada?
Podemos dizer que sim, pois, o estudo e a multiplicação do conhecimento sério e comprometido
é a única maneira de mudarmos a atual situação da Umbanda, na qual cada um fala e faz o que quer
dentro e fora da Religião de Umbanda. Uma boa parte, destes, não sabe o que faz, porque faz e nem o
que diz. Simplesmente porque não tiveram interesse de estudar e se aprofundar no porquê de cada
elemento que forma um todo, que identificamos como Umbanda. É certo que muitos não tiveram a
oportunidade de estudar, principalmente no que diz respeito aos “antigos”, mas hoje em dia já não
cabe mais esta justificativa ou desculpa. Se Umbanda é a sua religião você deve estudá-la, seja aqui
ou por outro meio.
Sabemos das dificuldades em estudar a Umbanda de forma autodidata, pois já trilhamos este
caminho, em que cada literatura afirma o contrário da outra e em que cada Mestre/Pai-desanto/
autor se torna o dono da verdade ultima de Umbanda.
Aqui não somos os donos da verdade ao estudar Umbanda, procuramos um caminho do meio,
entre nossas convicções e a compreensão do “outro” umbandista. Cremos nos resultados de
compreensão da religião por meio destes ensinamentos que permitiram a nós mesmos entender e
praticar Umbanda de uma forma mais aberta e tranquila. Sem dogmas ou tabus, já que tudo pode e
deve ser explicado à luz da razão.
Umbanda é Mais que o nosso terreiro.
Nosso terreiro é Umbanda, mas a Religião de Umbanda é mais que nosso terreiro. Nós somos
Umbanda, mas Umbanda é muito mais que todos nós juntos. A Religião de Umbanda vai para além de
conceitos e verdades locais ou limitadas a este ou aquele terreiro. Fato importante este pois muitos
umbandistas ao se decepcionarem com o terreiro em que frequntam acabam abandonando a religião,
porque estavam limitados ao templo físico e a seu orientador (sacerdote/dirigente/padrinho/pai-desanto...).
Já foi comum na Umbanda, médiuns serem proibidos de ler livros de Umbanda, conhecer outras
casas ou fazer perguntas sobre a religião.
Não podiam ler “para não fazer confusão”, não podiam freqüentar outras casas “para não cruzar
as linhas” e não podiam fazer perguntas “porque não estavam preparados, ainda, para as respostas”.
Quando surgiram alguns Cursos de Umbanda, muitos foram e ainda são proibidos de freqüentar,
e mais justificativas surgem, como “estão mercantilizando a Umbanda”, “Umbanda não se aprende em
curso”, “vai pegar demanda” e outros.
Que outra forma existe para se organizar e passar o conhecimento de forma aberta e para todos?
Assumindo o fato de que nem sempre conseguimos manter um grupo de estudos em nosso
próprio templo. Seja por falta de tempo ou desinteresse, fica a pergunta: Que outra forma existe
para se organizar e passar o conhecimento de forma aberta e para todos? Quantos conseguem se
dedicar ao estudo constante e ensino religioso organizado e comprometido? Os resultados deste estudo
(Teologia de Umbada) são, afinal, positivos? Merecem crédito? Há frutos que comprovem ou
justifiquem sua permanência e multiplicação?
A árvore se reconhece pelos frutos.
Já na década de 1950 as Federações e outros Órgãos de Umbanda organizavam cursos de
Casamento e Batizado, para orientar seus filiados. Algumas organizações e terreiros preparavam
apostilas de conteúdo doutrinário. Alguns seguiam mais por um modelo “Kardecista”, outros por um
modelo “Africanista” e terceiros como o Primado de Umbanda por um modelo mais “indianista” e até
esotérico.
O Primeiro curso de Umbanda aberto a todos, independente de serem ou não filiados, que temos
noticia foi criado por Ronaldo Linares na década de 1970. Teve início como um “curso de médiuns” e
com o tempo evoluiu para um Sacerdócio Umbandista. Rubens Saraceni criou o primeiro Curso de
Teologia de Umbanda, em 1996, um curso teórico sobre a religião, no qual para estudar não é preciso
ser médium e nem umbandista. Passados alguns anos estamos aqui contando milhares e milhares de
pessoas que já se beneficiaram com este aprendizado.
Somos muitos que recebemos a missão de trabalhar na Umbanda e muitos a abandonam por não
conseguir entender sua riqueza de elementos e complexidade litúrgica. Que, no entanto, podem ser
explicados de uma forma simples, mas não simplista pois na Umbanda há muito o que se estudar.
Nada mais tranquilizador que entender o que se pratica, afinal como criar uma identidade
umbandista, me reconhecer como tal, se não consigo ainda compreender o que vem a ser Umbanda.
Umbanda tem Fundamento...
É preciso preparar...
Existe a necessidade real do estudo que vá além da pratica, sem a pretensão de subestimá-la,
mas com o objetivo de criar uma consciência “religiosa” que vá além do “terreiro”. Por falta dessa
consciência a Umbanda já perdeu muito espaço e vem sendo criticada, tornando-se alvo, entre outros,
de seitas neopentecostais.
A falta de uma Teologia pensada, de uma doutrina e de um acompanhamento dos novos
dirigentes de Tendas de Umbanda, resultou em erros imensos e em condutas pessoais que não tinham
nada a ver com o que era pregado pela espiritualidade.
Muitas pessoas, ainda despreparadas, mal instruídas e até incapazes para a direção de um
Templo, abriram suas tendas, criando a sua própria Umbanda e deram vazão a seus emocionais
desequilibrados e seus vícios religiosos, pois não aceitavam a condição de liderados e almejavam ser
líderes, bajulados ou temidos.
Então muitos abandonaram a Umbanda, depurando-a. É uma questão de tempo, para que os
atuais e remanescentes dirigentes da Umbanda, realizem um trabalho de base, de doutrinação de seus
liderados, instruindo-os e ensinando-os a prepararem bons médiuns e bons dirigentes de tendas. E
então, a Umbanda conquistará seu verdadeiro espaço religioso, pois o tipo de trabalho realizado por
ela, só os verdadeiros umbandistas podem realizar, porque são os herdeiros naturais dos sagrados
Orixás.
Por isso, é necessário que todo sacerdote umbandista desenvolva uma consciência voltada para o
aprendizado permanente.
Conceitos filosóficos, teológicos e doutrinários mais profundos, só surgirão com o
amadurecimento da própria religião e quando todos os umbandistas desenvolverem uma consciência
religiosa verdadeiramente de Umbanda e totalmente calcada em conceitos próprios, fundamentada na
existência de um Deus único (Olorum) e na sua manifestação por meio de suas divindades (os sagrados
Orixás ou Tronos de Deus).
O curso de Teologia de Umbanda Sagrada é totalmente teórico. Para participar não é necessário
nenhum pré-requisito, apenas a vontade de aprender sobre os mistérios que envolvem esta nossa
amada religião.

Alexandre Cumino ( trecho do curso de Umbanda Sagrada )

terça-feira, 20 de maio de 2014

O SIGNIFICADO DO FEITIÇO, BRUXARIA OU MAGIA NEGRA - Ramatís -




O SIGNIFICADO DO FEITIÇO, BRUXARIA OU MAGIA NEGRA

Feitiço, sortilégio, bruxaria e enfeitiçamento significam operação de “magia negra” destinada a prejudicar alguém.

Antigamente, a palavra feitiço ou sortilégio expressava tão-somente a operação de encantamento, ou no sentido benéfico de “acumular forças” em objetos, aves, animais e seres humanos. Daí, o feitiço significar, outrora, a confecção de amuletos, talismãs, escapulários e orações de “corpo fechado”, cuja finalidade precípua era proteger o indivíduo.

O encantamento ou enfeitiçamento de objetos ou seres sempre implicava a presença de um mago, porque era processo vinculado à velha magia. O homem logo percebeu nessa acumulação de forças e dinamização do éter físico de objetos ou seres vivos, uma oportunidade para tirar proveito a seu favor. Logo surgiram os filtros mágicos e as beberagens misteriosas, para favorecer amores e casamentos, enquanto se faziam amuletos com irradiações nocivas, com finalidades vingativas. A palavra feitiço, que definia a arte de “encantar” a serviço do bem, então passou a indicar um processo destrutivo ou de magia negra !

O feitiço é o processo de convocar forças do mundo oculto para energizar objetos, que depois irradiam energias maléficas em direção às pessoas visadas pelos feiticeiros.

O fenômeno é perfeitamente lógico e positivo, porque toda a ação enfeitiçante é ativada no campo das energias livres, em correspondência com as energias integradas nas coisas, objetos e seres. O trabalho mais importante dos feiticeiros ou magos consiste em inverter os pólos dessas forças, empregando-as num sentido agressivo e demolidor, conforme acontece com as próprias energias da natureza descobertas pelos homens. Ref. (01) Página 29
02 - A AÇÃO DA MAGIA SOBRE AS PESSOAS

A ação maléfica se exerce principalmente naquele que foi objetivado para sofrer a carga do fluido depressivo. No entanto, como as “auras viscosas” dos objetos enfeitiçados podem fortalecer-se através dos próprios desequilíbrios psíquicos das criaturas humanas, que se encontram no raio de ação do feitiço, mesmo as que não foram visadas pela bruxaria poderão sofrer seus efeitos no astral enfermo.

Há casos em que o impacto enfeitiçante ao incidir sobre a pessoa de aura invulnerável ou imunizada pela própria graduação espiritual superior, então refrata, podendo atingir outro familiar menos protegido. ( Ramatis explica-nos que qualquer pessoa pode ser enfeitiçada, mesmo quando não é visada diretamente pelo feiticeiro. No entanto, a sua defesa depende exclusivamente de sua maior ou menor evangelização ! ).

O enfeitiçamento tanto provoca doença psíquica na alma humana, por agir nos centros de forças do comando perispiritual, como atrai nuvens de bactérias nocivas, que penetram na circulação fisiológica da criatura.

Os objetos ou seres transformados em fixadores de fluidos nefastos são os agentes do enfeitiçamento, à guisa de projetores de detritos fluídicos a sujarem a aura perispiritual da vítima. Criam em torno do enfeitiçado um campo vibratório de fluidos inferiores, o qual, então, dificulta a receptividade intuitiva de instruções e recursos socorristas a serem transmitidos pelos guias ou conhecidos “anjos-de-guarda”, que operam em faixa mais sutil.

O esforço principal do feiticeiro é isolar a vítima desse auxílio psíquico, deixando-a desamparada na esfera da inspiração superior e entregue apenas a sugestões malévolas que lhe desorientam a atividade financeira, provocam perturbações emotivas, condições pessimistas e conflitos domésticos. Assim, os prejuízos da vítima no campo material, aliam-se aos distúrbios doentios no campo psíquico sob o comando exclusivo das almas perversas do mundo invisível.

Pouco importa se a pessoa merece ou não merece o impacto de feitiço, mas a sua segurança e defesa dependem exatamente de sua maior ou menor integração ao Evangelho do Cristo ! É o estado de “cristificação” proveniente da vivência incondicional dos ensinamentos evangélicos, que realmente desintegra toda e qualquer carga maléfica projetada sobre o homem ! Sem dúvida, são tão poucas as pessoas que já usufruem essa condição superior, que o processo de enfeitiçamento ainda produz efeitos maléficos em quase todas as criaturas. Ref. (01) Páginas 37 / 38
03 - OS MESTRES SATÂNICOS DESENCARNADOS

Os mestres satânicos são exímios no conhecimento de vibração, polaridade, ritmo, transmutação e causalidade do fenômeno “energia e matéria” ! E os quimbandeiros da Terra, então cedem o seu cetro ao comando diabólico desencarnado, passando a trabalhar sob o regime de escravidão e cumprindo fielmente as ordens malfeitoras ! Ante a covardia dos homens, que temem enfrentar os seus desafetos no campo raso da vida física, o serviço de enfeitiçamento aumenta e moderniza-se, porque os feiticeiros modernos se ajustam, cada vez mais, à terminologia científica de ondas, raios, elétrons, átomos, frequências, oscilações magnéticas, eletricidade biológica, eletronismo e ionização. Os bruxos encarnados transformam-se em agentes representativos da verdadeira indústria de bruxaria sediada no astral inferior, a qual exerce a sua vasta atividade nas regiões limítrofes do planeta. As confrarias negras do Além ampliam a capacidade de ação, pois fundam novas filiais tenebrosas entre os próprios encarnados, graças ao adensamento do éter físico em torno do orbe, o qual é alimentado pela corrupção e a sangueira da própria humanidade.

Deste modo, os espíritos malfeitores podem atender à multiplicidade de “pedidos” e “contratos” dos clientes encarnados, que desejam afastar o próximo do seu caminho, ou vingarem-se dos seus desafetos, concorrentes e venturosos. Aqui, o cidadão comodista convoca o feitiço para expulsar certa família do apartamento que lhe foi prometido; ali, a noiva ou o noivo que rompeu o compromisso matrimonial, há de sofrer no leito o embruxamento requerido pela outra parte frustrada; acolá, o feitiço é feito até para se vingar do vizinho, que não prende a cabra daninha ! Ref. (01) Página 31
04 - MOMENTOS DE ANGELITUDE E ANIMALIDADE


PERGUNTA: ”Momentos de animalidade” e “momentos de angelitude”, identificam as condições defensivas da aura humana. Podeis dizer-nos algo a respeito?

RAMATIS: A impaciência, ira, inveja, intolerância, maledicência, o ciúme, despeito, orgulho, ódio, egoísmo, amor-próprio e demais pecados semelhantes, geram substância mental perniciosa e de ruim qualidade. Então, as criaturas vivem “momentos de animalidade” pois dominam no seu perispírito as energias inferiores, que além de causarem um abaixamento vibratório no campo de defesa electromagnético, tornam-se uma fonte de atração para fluidos semelhantes. Em tal caso, as cargas enfeitiçantes agem à vontade e alimentadas pela própria lei de que “os semelhantes atraem os semelhantes”! Mas, nos “momentos angélicos”, o homem só vive emoções e sentimentos superiores como o amor, altruísmo, a renúncia, bondade, tolerância, humildade, alegria e confiança, confeccionando forte couraça de substância mental protetora, que rechaça os impactos malévolos do enfeitiçamento.

A mesma lei vibratória, que impede os raios do Sol de se fixarem no vaso de lodo, também evita que os pensamentos sublimes se infiltrem nas auras sujas, viscosas, densas e alimentadas pelo magnetismo primário dos homens animalizados. No entanto, assim como o lodo nauseante não pode obscurecer o Sol, porque o astro-rei vibra em frequência mais elevada, os fluidos daninhos de baixa vibração também não podem afetar a aura refulgente dos espíritos excelsos. Ref. (01) Página 131
05 - O ENFEITIÇAMENTO MENTAL E VERBAL E O PODER DO PENSAMENTO


PERGUNTA: Qual é a diferença entre o feitiço verbal e o feitiço mental?

RAMATIS: Sem dúvida , quer seja feitiço verbal ou mental, o pensamento é sempre o elemento fundamental dessa prática maléfica, pois não existem palavras sem pensamentos e sem idéias. Quando o homem fala, ele mobiliza energia mental sobre o sistema nervoso, para então acionar o aparelho de fonação e expressar em palavras as idéias germinadas na mente. E o feitiço mental ainda pode ser mais daninho do que através da palavra, pois é elaborado demorada e friamente sob o calculismo da consciência desperta, em vez de produto emotivo do instinto incontrolável. O enfeitiçamento verbal produzido pela maldição ou pela praga, pode gerar-se num arrebatamento de cólera, contrariedade ou desforra de natureza mais emotiva ou explosiva, produzindo mais fumaça do que ruínas ! Faltando-lhe a premeditação, que confirma o impacto ofensivo, também pode ser menos prejudicial.


PERGUNTA: Quais são os motivos que tornam o feitiço mental mais ofensivo do que o enfeitiçamento verbal?

RAMATIS: O feitiço mental, quase sempre, é fruto do ciúme, do amor-próprio, da frustração, vingança e humilhação, pois germina e cresce no silêncio enfermiço da alma e sob a consciência desperta do seu autor. O feitiço mental pode ser mais grave do que o feitiço verbal, porque fecunda-se na covardia silenciosa e ignorada do mundo profano. Quem amaldiçoa ou roga pragas, assume em público a responsabilidade de sua desforra intempestiva. Mas o que enfeitiça pela mente, resguarda-se no anonimato hipócrita e ainda continua a gozar de bom conceito público. Ref. (01) Páginas 59 / 60
06 - A BRUXARIA E OS EXAMES MÉDICOS E DE LABORATÓRIOS


PERGUNTA: É certo que a pessoa enfeitiçada pode ser diagnosticada erradamente pelo médico, quando se sente adoentada?

RAMATIS: E por que não? Quem está enfeitiçado encontra-se psiquicamente impermeabilizado às fontes que lhe podem fazer bem; propenso a aceitar as piores sugestões e os conselhos mais prejudiciais do mundo oculto. O enfeitiçamento não é feito como simples passatempo, mas é de sua função precípua prejudicar o próximo. Só as pessoas realmente evangelizadas, de pensamentos otimistas e emoções controladas, podem resistir com maior eficiência aos impactos de bruxaria.

A pessoa enferma e enfeitiçada quase sempre ignora a origem de sua perturbação, assim como a sua aura conturbada também pode influir sobre o médico que a examina e leva-lo a um diagnóstico impreciso ou errado. Há casos em que os malfeitores das sombras ligados pelo serviço de bruxaria, induzem as vítimas a consultarem certos médicos de baixa condição moral e atraso espiritual, os quais apenas identificam sintomas equívocos e prescrevem medicamentos inócuos e até nocivos.

Após deambular incessantemente por consultórios médicos, sofrendo terapias confusas e até intervenções cirúrgicas desnecessárias, algumas criaturas só conseguem a sua cura aliando o tratamento físico à renovação espiritual, ou ajustando a sua mediunidade florescida prematuramente sob a ação estimulante do feitiço, pela freqüência aos centros espíritas ou terreiros de Umbanda . Então melhoram, porque aumentam as suas defesas psíquicas fortificadas pela conduta superior, como também ficam sob a guarda de espíritos benfeitores, que os ajudam a dissipar os maus fluidos. Ref. (01) Página 40
07 - O PODER DO PENSAMENTO


PERGUNTA: Qual é a definição mais clara do pensamento?

RAMATIS: O pensamento é uma vibração da mente, ainda é matéria, embora sutilíssima, que provoca a ruína de outrem, quando lançado sob o impacto tóxico da mente vingativa. É um fenômeno análogo ao da luz, pois se propaga em ondas, as quais vão se enfraquecendo à medida que aumenta a distância que percorrem. Mas o pensamento é muitíssimo superior ao fenômeno da luz, porque ele é uma vibração de matéria mais quintessenciada e a sua produção exige múltiplos fenômenos fisiológicos do corpo humano...

O homem, ao pensar, imprime impulsos vibratórios no seu corpo mental, resultando, simultaneamente, a produção de “ondas” e de “formas pensamento”. Conforme a lei de repercussão vibratória, a vibração do corpo mental então se propaga pela matéria que a rodeia, assim como a vibração da campainha se dissemina pelo ar atmosférico ou ambiente onde é acionada. A atmosfera e o éter, que interpenetram todas as coisas do macro e do microcosmo, também estão impregnados de substância mental proveniente da própria Mente Cósmica e respondem prontamente a quaisquer impulsos vibratórios da mente humana. Ref. (01) Páginas 60 / 61
08 - O FEITIÇO PODE VIRAR CONTRA O FEITICEIRO


PERGUNTA: No caso do feitiço refratar sobre a pessoa visada e atingir outro ser familiar, não é um procedimento injusto?

RAMATIS: Como a imunidade psíquica contra qualquer das expressões de enfeitiçamento varia de conformidade com a conduta da pessoa visada, as correntes malévolas atingem e penetram com êxito nas auras perispirituais dos seres humanos, conforme a sua vulnerabilidade áurica no momento.


PERGUNTA: Por que há criaturas boníssimas, de conduta reconhecidamente evangélica, que se afirmam vítimas de enfeitiçamentos ? Como se explica isso?

RAMATIS: Nem todo o santo de hoje foi magnânimo, virtuoso ou ordeiro no passado ! Certas criaturas, que presentemente se devotam à prática do bem, ainda não podem furtar-se à lei cármica e oferecer defesas seguras contra as forças destrutivas, que também movimentaram em existências pretéritas. Colhem agora os frutos amargos da sementeira imprudente, enquadrados na lei de que “será dado a cada um segundo as suas obras”! Ademais, o simples fato de precisarem reencarnar-se na Terra, os obriga a suportarem as contingências e as energias agressivas do plano terrestre ainda tão primário... Ref. (01) Página 38
09 - A MAGIA E PESSOAS DE MÁS INFLUÊNCIAS

Ambientes e pessoas “carregadas” identificam falta de espiritualidade, religiosidade e de boa moral. ( Evitar esse contactos ).

Pensamentos e sentimentos maus, vingativos, violentos e perturbados produzem fluidos e forças venenosas que causam doenças e agitação ...

As pessoas possuidoras de inveja, ódio, mesmo sem o rótulo de feiticeiras, são as pessoas que mais envenenam ambientes e o próximo.

Todos os feiticeiros profissionais e “amadores” sempre recebem de volta as “cargas” que produzem: pagam com câncer e outras enfermidades horrorosas e dolorosas.

A magia negra, mística e científica sempre existiu: ela está nos cultos religiosos, no canto, nas músicas, na conversação e nos cultos de bruxaria ...



REFERÊNCIA:
MAGIA DE REDENÇÃO – RAMATIS
APSA – SR. ANTÔNIO PLÍNIO – PRESIDENTE DA S.E.R. – RIO DE JANEIRO



terça-feira, 6 de maio de 2014

Umbanda é Mais que o nosso terreiro




Umbanda é Mais que o nosso terreiro.

"Nosso terreiro é de Umbanda, mas a Religião de Umbanda é mais que nosso terreiro. Nós somos Umbandistas, mas Umbanda é muito mais que todos nós juntos.
 A Religião de Umbanda vai para além de conceitos e verdades locais ou limitadas a este ou aquele terreiro. Fato importante este pois muitos umbandistas ao se decepcionarem com o terreiro que frequentam, acabam abandonando a religião porque estavam limitados ao templo físico e a seu orientador (sacerdote/dirigente/padrinho/pai-de santo)".

Alexandre Cumino

Olá!
Sempre pensei assim, como na citação acima.
Por essa razão, sempre muita clara para mim, é que nunca me senti "presa" a templos ou a pessoas, pois a Umbanda está dentro de mim e em todos os lugares.
É certo que para se praticar a Umbanda, regularmente, existe a necessidade de uma estrutura física, além de pessoas que comunguem de nossa fé. Encontrar o lugar e as pessoas "certas" concordo que não é tarefa fácil, porém, a Umbanda, em sua estrutura Divina/transcendente, está dentro de nós, na fé que nos anima e sustenta, está na força da natureza, no bem que se pratica no cotidiano de cada um de nós que elegemos a Umbanda como nossa religião do coração e entendimento.
Entendo que muitas pessoas se decepcionem com a religião ao depararem-se com estruturas físicas desleixadas e com Dirigentes mal intencionados/informados, porém, a riqueza da Umbanda reside no extenso leque de opções que a espiritualidade oferta a todos que a busquem pelo simples fato de cada terreiro ser uma célula, vamos colocar assim, de um grande organismo.
Concluir a Umbanda pelo primeiro terreiro visitado é o mesmo que dizer ser o Brasil apenas e tão somente uma imensa floresta povoada por tribos indígenas.
Quem conhece sabe o quanto é diversa nossa Umbanda na forma, porém, sabe também que existem corações sinceros que a praticam com amor e por amor, simples assim.
Além de a Umbanda não demarcar fronteiras, nem tampouco barreiras a nada nem a ninguém, ela existe e vibra o tempo todo, por exemplo, no ar que respiramos, na água que bebemos, no alimento que nos mantem vivos, na terra que pisamos, nas folhas que purificam o ar e embelezam nossas casas, nos chás caseiros que curam, nos ciclos da Lua e assim por diante.
A Umbanda é vida, movimento, arte, virtude. Está além do que se possa ver e sentir. É magia, encanto e força, portanto, colocar limites numa religião tão rica é no minimo infantilidade e desconhecimento.
É muito comum também as pessoas confundirem a religião de Umbanda com baixa magia, ou magia negra, como queiram. Isso por conta de alguns que se valem do nome da religião para praticarem rituais menos dignos. Por isso, nós, Umbandistas, de coração, amor e fé, temos o dever, tanto quanto nos seja possível, de esclarecer as pessoas e a sociedade sobre os fundamentos de nossa religião para que num futuro próximo essa confusão seja enfim esclarecida e a Umbanda alcance o devido respeito.
Umbanda é sim mais que o terreiro que se frequenta ou simpatiza, Umbanda é religião que acredita num Deus único, respeita e ama a natureza, os animais, as pessoas sem rotula-las ou enquadra-las em tipos/classes, é movimento/força que vem do alto, dos nossos ancestrais e amigos/irmãos espirituais além das fronteiras do planeta Terra. É ainda intercâmbio saudável com a espiritualidade mensageira de Deus, enfim, é tudo isso e muito mais.
Para concluir:
Pensar que a Umbanda é o ritual praticado em nosso terreiro, descartando ou menosprezando outras formas de rito é a maneira mais eficiente de ir pela contra mão de seus ensinamentos, pode causar acidentes de percurso.

Annapon
06.05.2014

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