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Textos psicografados, romance, Umbanda, Espiritismo compõem a tônica do A Alma das Coisas.
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Annapon ( escritora e blogueira )

A Missão das Quatro Estações

Olá amigos leitores do "A Alma das Coisas"! O blog está com uma novidade, romance mediúnico totalmente gratuito e publicado, ...

segunda-feira, 20 de março de 2017

Seres Elementais

O Reino Elemental está na base da corrente evolutiva da Terra e trabalha em estreita colaboração com o reino dévico que, sob certos aspectos intermedeia o seu relacionamento com todo a vida planetária. O éter está intimamente ligado a esse reino, que se constitui de forças inerentes à substância mesma dos níveis de consciência e por isso está presente em todo o cosmos , nas diferentes etapas da sua manifestação, embora tenha maior relevo nas fases de materialização, no arco descendente do processo evolutivo. Quando estimuladas para o cumprimento das tarefas, essas forças tomam a forma de seres. Devido à atual densidade da terra, a humanidade pouco sabe a respeito desse reino, apesar de ter alguma notícia acerca dos elementais da terra, da água, do fogo e do ar. No ciclo vindouro lhe será dado maior conhecimento sobre ele.

ELEMENTAIS - Forças das substância-vida dos planos de existência do universo. Esses seres elementais são gerados dos elementos da Natureza: terra, água, fogo, ar e éter, mas quanto mais próximos dos mundos abstratos, de modo mais límpido refletem o que lhes é imanente.

Deus, por interferência amorosa de Seres de Luz que trabalham de forma a unificar os universos em nome do Amor Divino, concedeu a três Reinos, paralelamente, a oportunidade de evolução. Estes três Reinos são: Elemental, Angélico e Humano.
Elementais são os dinamizadores das energias das formas na Natureza.
O Reino elemental aprende a controlar a energia através do pensamento, mantendo um determinado padrão ou molde/matriz.

Os elementais evoluem desde os seres microscópios a Construtores das formas. Eles exteriorizam toda forma, incluindo os corpos humanos, montanhas, rios, etc.; eventualmente alcançam o estado de um poderoso Elohim ou uma Veladora Silenciosa.

Os seres dos Elementos foram criados para servir à humanidade, através de seu próprio trabalho específico. É pelo esforço e pelo uso de sua vida que esses seres nos suprem com as vestes de carne que usamos, com a água que bebemos, com o alimento tão abundantemente fornecido; com o ar que respiramos e com todas as coisas de que necessitamos para sustentar-nos na Terra. O Plano Divino de Vida providencia para que o homem seja servido com AMOR e, em troca, retorne AMOR, GRATIDÃO e BÊNÇÃOS aos Seres Elementais.

São os pensamentos e sentimentos ruinosos da própria humanidade os causadores de todas as expressões destruidoras apresentadas por esses elementais em forma de furacões, vendavais, ressacas, terremotos. Todas as avalanches da Natureza são, meramente, uma tentativa dos seres elementais de projetar PARA FORA, a impureza e discórdia que o homem tem imposto ou depositado sobre eles-esses abnegados seres que vos vem servindo por milhões de séculos.
A matéria usada, que é depositada dentro da terra e das águas, a energia impura que se espalha no ar, causam uma pressão de criações humanas, não somente no próprio homem, como também no Reino Elemental.

Em geral esses entes são desfeitos ao concluírem sua tarefa, mas alguns subsistem até que, por não estarem vivificados pelo impulso que os criou, se “dissolvam” em sua substância de origem. Há seres elementais constituídos artificialmente pelo homem (encarnado ou não), ou por outras entidades autoconscientes, por meio da força do pensamento ou do desejo. Chegam a atuar no plano físico-etérico, às vezes interferindo positiva ou negativamente no trabalho dos devas. Essas criações do psiquismo humano serão dissolvidas pela lei da purificação e, no próximo ciclo planetário, os membros desta humanidade, por estarem em contacto com a própria mônada, poderão colaborar de modo mais efetivo com o Plano Evolutivo. A maior parte dos seres elementais com que o homem se relacionou até hoje foram os da terra e os da água. Estes respondem a estímulos do plano astral, ao passo que os do ar e do fogo tem maior sintonia com a energia elétrica mental. Como os seres elementais são corporificações da substâncias dos mundos das formas, estão sujeitos a impulsos involutivos, devido às forças caóticas profundamente infiltradas nos planos materiais na presente fase da Terra. Sua participação em trabalhos de magia engendrados pelo homem evidencia esse fato. A elevação da consciência humana dissipará as ilusões que em grande parte tem caracterizado o seu contacto com os elementais. Assim, o relacionamento com esses seres, ainda misteriosos para a maioria, advirá do conhecimento espiritual e perderá a conotação fantasiosa e em certos casos utilitarista que lhe foi atribuída. As leis que ordenam as combinações de átomos e moléculas são reflexos das que regem as inter-relações das forças elementais. Uma das implicações negativas das experiências com energia atômica empreendidas pela ciência moderna é o desequilíbrio do reino elemental, base da manifestação deste universo planetário. Todavia, em geral, os que insistem nessas ações destruidoras consideram a vida dinâmica e pulsante do reino elemental produto da imaginação. O contacto consciente da humanidade futura com os elementais deve dar-se por intermédio do reino dévico, e não diretamente.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Os Senhores da Escuridão

Os Senhores da Escuridão



Olá amigos.

Hoje falarei sobre algo que há algum tempo venho pensando.
Assistindo aos noticiários internacionais, desde a queda do líder egípcio, esse tema, Senhores da Escuridão, ronda o meu pensamento.
Robson Pinheiro, em seu livro de mesmo título, obra a ele transmitida pelo espírito de Ângelo Inácio, repórter do Astral, nos fala muito sobre espíritos que dominam no plano espiritual, verdadeiros exércitos de consciências malignas de forma tão moderna que surpreenderia o mais cético dos cientistas.
O livro é parte da trilogia O reino das Sombras, rico em detalhes, deixa claro que a ambição ao poder não cessa com a morte física do individuo, pelo contrário, o acompanha além tumulo e justamente ai é que “mora o perigo”.
Relembrando a leitura e acompanhando os noticiários, pensei:
- Os Senhores da Escuridão não estão apenas no livro, nem tampouco apenas no plano extra físico, eles estão aqui e agora arquitetando planos vis com vistas ao domínio, ao poder que escraviza e mata não apenas corpos, mas almas.
Quem são eles afinal? Quem são os Senhores da Escuridão? E por qual razão lhes atribuir o título de Senhores? Por serem seres de extraordinária inteligência? Por terem sido doutores, cientistas, lideres políticos, comandantes de exércitos, etc.? Por utilizarem seus conhecimentos e dons para o mal, seriam eles “Senhores”?
Esse é um questionamento cuja resposta deve ficar a critério de cada um, mesmo porque alguns Senhores da Escuridão encarnados ostentam títulos muito mais significativos aqui na Terra, pelo menos assim pensam.
A eterna luta do bem contra o mal está em seu auge, é assim que estou sentindo quando, através dos noticiários, vejo lideranças opressivas, de longos anos de domínio, começarem a ruir pela sede de um mundo melhor que a humanidade vem sentindo, pela necessidade e urgência de amor e da não violência, tão bem representada por Gandhi em nosso planeta, é que sinto a luz da esperança se acender em oposição ao horror que o mal causa em suas mais diversas formas de expressão.
É triste e lamentável, porém, constatar que os Senhores da Escuridão estão entre nós representando poderosas nações, por isso, nós que, de alguma forma despertamos para a espiritualidade, temos de assumir o compromisso de vibrar o bem aos lideres nacionais e mundiais, pedindo ao que é Soberano e realmente Poderoso, Deus, por todos eles e por todos nós.
Nosso planeta se prepara para grandes transformações e os sinais desses tempos já são visíveis. Infelizmente, esses sinais chegam de forma trágica ao nosso entendimento, porém, há muito sabemos que não apenas a natureza responderia à violência a ela imposta pelo ser humano, mas o ser humano também, de alguma maneira, responderia à imposição da violência que o escravizou por séculos, portanto, nesses tempos de mudanças, responde a natureza e responde o ser humano sedento de libertação e necessitado de respirar paz e direitos antes negados.
Observando a resistência de alguns “Senhores” encarnados em abandonar seu suposto “reino”, logo me vem à memória o livro de Robson Pinheiro que tão bem ilustra essa resistência. Apegados de forma ferrenha que são ao domínio que supostamente detêm, são capazes de tudo e de mais um pouco para não perderem o poder que julgam, por pura infantilidade espiritual, deter. Dessa maneira complicam seu carma e, muito provavelmente, quando desencarnam, buscam seus iguais nas regiões densas de nossa crosta, engrossando assim as fileiras dos Senhores da Escuridão desencarnados.
Uma das mudanças, porém, que a Terra sofrerá, segundo os espíritos que representam Jesus nas questões relativas à evolução de nosso planeta, é que não mais o mal em nosso orbe habitará, ou seja, os espíritos endurecidos e ainda resistentes ao bem serão remanejados a mundos ainda menos evoluídos do que o nosso, justamente para que a Terra deixe de ser um planeta de provas e expiações para se transformar em regenerador, onde o bem imperará.  Sendo assim, conclui-se que os Senhores da Escuridão terão de recomeçar suas jornadas de forma primitiva, emprestando a mundos menos evoluídos os conhecimentos que adquiriram e dos quais não fizeram bom uso.
Podemos imaginar, ou supor, a imensa frustração que experimentarão sendo constrangidos a viver num meio totalmente rudimentar, tendo de refazer todo o caminho, desde a descoberta do fogo, até a alta tecnologia existente nos dias de hoje. Mas, sempre a tempo de retomar o caminho do bem e da paz, para tanto, Deus dá a todos, sem exceção, o direito de escolha e, naturalmente, na exata hora da separação do joio e do trigo, aquele que fez a sua escolha habitará o meio mais adequado à sua condição.
Àqueles que amam a paz, que lutam pelo bem, pelo progresso, que estão engajados na reconstrução do planeta, bem como nas questões ambientais de preservação e proteção à natureza e aos animais, certamente o Pai reserva bons tempos, bem como aos que levam a palavra do Mestre aos que ainda não o conhecem que compartilham sendo solidários sempre diante das necessidades e carências de seus irmãos, aos que trabalham incansavelmente nas lidas espirituais nos inúmeros núcleos ao redor do planeta, certamente o Pai e o Mestre, já reservaram lugar, assim como Ele mesmo, Jesus, disse um dia.
Possam os Senhores da Escuridão, ao refazerem seus caminhos, encontrar os Senhores da Luz que habitam em seus corações temporariamente desviados do bem e que o Poder de Deus os acolha, os conforte e lhes permita recomeçar.








Annapon em 24.03.2011



terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Triângulo do Drama




Olá leitores queridos!


Existe um tipo de comportamento humano muito comum que obedece à seguinte sequencia:


Salvador - Vítima - Algoz


Creio que todos nós, um dia ao longo de nossa vida, já nos comportamos assim até mesmo sem perceber.


Aprendi essa lição numa das obras psicografadas por Francisco do Espirito Santo Neto, pelo espirito Hammed, "Um modo de Entender" leitura que recomendo e que me apresentou esse estudo do psiquiatra Steven Karpman.


A lição consiste no seguinte esquema:


As vezes, por alguma razão, temos muita vontade de ajudar alguém. Envidamos todos os nossos esforços para obter exito nessa empreitada de socorro ao outro, sem ao menos perguntar se essa ajuda é bem vinda, ou seja, se o outro quer mesmo ser ajudado.

Essa é a postura do Salvador, ou, pretenso salvador.


O Salvador, frustrado, diante da negativa do outro em aceitar sua ajuda, passa a se comportar como vitima quase sempre dizendo o seguinte:


- Poxa! Estou querendo te ajudar e você não entende? Faço tanto por você, me preocupo, falo como deve se comportar e você não dá atenção. Isso me fere sabe? Fico triste porque quero te ajudar e você despreza meu cuidado...


Dessa postura de vítima, passa para o outro estágio, o de algoz. Sim porque quis ser salvador e não conseguiu, posou de vítima e foi ignorado, portanto, sendo algoz, seu ego "salvador" será satisfeito ok? Talvez, quem sabe, mas, vamos continuar.


O algoz passa então a provocar sua vítima. Com seu ego desprezado, o algoz arma ciladas, tem prazer quando assiste a derrota do outro, o persegue de todas as formas e com isso esquece de viver sua própria vida.


Enquanto escrevia esse post, resolvi pesquisar sobre o triângulo de sentimentos acima exposto e encontrei um texto pertinente que compartilho para que fique bem claro esse meu pensamento:

Triângulo do Drama

Publicado por GLORIA TELLEZ

Origem

O Triângulo do Drama foi originalmente criado por Steven Karpman para representar o processo de auto-vitimização através das três faces da vítima.

A maioria de nós reage inconscientemente à vida através de uma posição de vítima. Sempre que nos recusamos a assumir responsabilidade por nós mesmos, nós escolhemos ser vítimas. Isso faz com que nos sintamos à mercê, traídos e injustiçados, não importando em qual situação estejamos.

Karpman nomeou os três papéis no Triângulo do Drama Perseguidor, Salvador e Vítima, e os colocou em um triângulo invertido representando as três faces da vítima. Apesar de somente um dos papéis se chamar Vítima, todos três se originam e terminam nele. Portanto, todos são paradas na estrada da auto-vitimização. Cada um de nós é mais familiar com um papel, que chamo de posição inicial.

Como funciona

Aprendemos nossa posição inicial dentro da nossa família. Apesar de cada um de nós ter um papel com o qual mais nos identificamos, nós também atuamos em outros papéis, rodando o triângulo, por vezes em questão de minutos, ou até mesmo segundos, várias vezes por dia.

O Salvador se torna vítima vestindo a carapuça de mártir: “Depois de tudo que eu fiz por você…”, enquanto o Perseguidor se vitimiza como forma de justificar vingança: “Se não fosse por você, eu não teria tido que…”.


Enquanto o Salvador persegue privando a vítima de seus cuidados e atenção, um Perseguidor salva de forma quase tão dolorosa quanto quando está em modo de ataque.

Assumindo os papéis

Uma pessoa cuja posição inicial é a de Vítima é perpetuamente digna de pena e incapaz. Até sua forma de salvamento é inferior: “Você é o único que pode me ajudar, porque é tão talentoso, ou inteligente, ou…”Nós não somente atuamos nesses papéis triangularmente distorcidos em nossas relações diárias com outras pessoas, mas também internamente.

Damos a volta no triângulo em nossa mente tão rápido quanto o fazemos em relação ao mundo exterior. Caímos em nossa própria armadilha com um diálogo interno desonesto e disfuncional.

Antes que saiamos do triângulo temos de reconhecer e desejar abrir mão do drama que ele produz. Temos de, primeiramente, tornar-nos intimamente conhecedores dos preços e barganhas de cada parada no caminho da auto-vitimização. Isso nos possibilitará não somente reconhecer os vários papéis, mas também avaliar realisticamente as conseqüências de estar atuando em qualquer um deles.

Identificar a linguagem e a movimentação de cada papel nos ajuda ainda mais a perceber quando estamos sendo envolvidos por outras pessoas em um triângulo. Com esta percepção, nós podemos escolher se queremos ou não dançar a música vergonhosa da vítima. Com isto em mente, vamos examinar cada papel cuidadosamente.

Os papéis

O papel de Salvador é o princípio da sombra maternal. É a reação tipicamente co-dependente que chamamos de “sufocante”. Isso faz com que seja essencial ter uma vítima dependa dele. O Salvador é protetor, mediador; aquele que deseja “consertar” os problemas, mesmo não tendo sido chamado para isso. Por isso muitas vezes fica desapontado com a vitima.

A Vítima é a sombra da perfeita criança: inocente, vulnerável e carente. Vítimas adotam a atitude de “Eu não consigo”, estando sempre em busca de alguém que seja “mais capaz” para cuidar deles. Vítimas negam tanto sua capacidade de resolver problemas quanto seu potencial para gerar poder. Sente-se impotente, à mercê, maltratado, intrinsecamente mau e errado.

O Perseguidor tenta “reformar” através da força. Este papel é tomado por alguém que quer ter suas necessidades atendidas através de métodos autoritários, controladores e até mesmo punitivos. O Perseguidor se livra do sentimento de culpa colocando poder em outros, por isso sempre precisa de uma Vítima para culpar.

O Perseguidor acredita que tem de brigar com o mundo para sobreviver! Seu grito de guerra pode muito bem ser “Eu fui injustiçado e alguém tem de pagar!”.

O Triângulo do Drama no dia a dia

Em situações de conflito, identifique qual papel você está interpretando para poder assumir o controle da situação.

Você pode se fazer algumas das seguintes perguntas:

O que não estou fazendo?

O que preciso fazer?

Quem está assumindo a responsabilidade de quem?

Estou permitindo à outra pessoa assumir suas responsabilidades?

Quem tem o poder? Como eu sei?

Concordei com mais do que eu quero fazer?

Estou fazendo mais do que me corresponde?

Estou assumindo meu poder de forma positiva e adequada?

Estou utilizando meu poder para definir meus próprios limites e assumir a responsabilidade por mim e minhas ações?

Que limites que eu preciso estabelecer?

Estou usando o meu poder para cuidar de mim mesmo corretamente?

O que estou sentindo sobre esta situação? Como eu gostaria de me sentir?

Que medidas preciso tomar para lidar com esta situação da melhor maneira possível e obter o melhor resultado possível?

Veja que atitude tomar segundo o papel que você assumiu nessa situação:

O salvador tem de assumir a responsabilidade por si e por suas ações, conectar-se com seu poder e reconhecer a sua vulnerabilidade.

A vítima precisa reconhecer sua própria vulnerabilidade e assumir a responsabilidade para si própria, aceitar que tem poder e é capaz de utilizá-lo adequadamente.

O perseguidor mantem o poder em si mesmo, em vez de ter medo dele, transferi-lo para a vítima, ou utilizá-lo dissimuladamente.Robert T LCSW - O triângulo de relacionamento -


Esta é uma maneira útil de olhar para os relacionamentos, e eu uso isso em todo o meu trabalho com casais tanto como uma maneira de ver onde eles estão, mas também onde eles precisam ir. É baseado no Triângulo do Drama, também conhecido como o Triângulo de Karpman, que foi desenvolvido pelo psiquiatra Steven Karpman no início dos anos 70. O que se segue em minha interpretação e expansão sobre as idéias originais de Karpman.


Comece imaginando ou desenhando um triângulo de cabeça para baixo (faça isso agora, isso vai ajudar). No topo há duas letras, P à esquerda tinha lado, R à direita. Na parte inferior, a ponta do triângulo é a letra V.


O triângulo representa a relação entre duas pessoas. As P, R e V representam papéis diferentes que as pessoas podem desempenhar; Não é o próprio povo, mas um papel. Os papéis interagem e há sempre alguém no topo que parece ter mais poder, e alguém no fundo. A relação move-se aproximadamente em um círculo como segue:


A pessoa é a posição R é o salvador. A pessoa nesse papel essencialmente tem controle de "cara legal". Ele se agarra ao V ou à vítima. A pessoa nesse papel sente-se oprimida às vezes. Ele sente que os problemas estão caindo em sua cabeça. O salvador entra e diz: "Eu posso te ajudar, basta fazer o que eu digo, tudo ficará bem". Muitas vezes os casais vão começar seu relacionamento em alguma forma dessas. Eles psicologicamente armaram um negócio: O socorrista diz que eu vou concordar em ser grande, forte, bom e agradável; A vítima diz que eu concordarei em ser oprimido e incapaz de

gerenciar. Todos estão felizes. O socorrista sente-se necessário, importante e responsável. A vítima tem alguém para cuidar dele.


E funciona bem, exceto de vez em quando uma de duas coisas acontece. Às vezes, o socorrista fica cansado de fazer tudo. Ele sente que está assumindo todas as responsabilidades e que o outro não está puxando seu peso, não devolvendo nada, não apreciando o que o salvador está fazendo. O salvador fica farto, zangado, ressentido. Bam! Ele muda para o P, o papel de perseguidor. Ele repentinamente explode - geralmente sobre algo menor como limpar a lavanderia ou tirar o lixo - ou atos fora - sai e gasta muito dinheiro, vai beber, tem um caso. Ele sente que ele merece, olha, afinal, diz para si mesmo, com o que eu tenho aguentado! A mensagem do comportamento e da raiva que geralmente não sai muito claramente é: "Por que você não cresce! Por que você não toma alguma responsabilidade! Por que eu tenho que fazer tudo por aqui! Aprecio o que estou fazendo por você! Isso é injusto! " O sentimento de injustiça é forte.


Nesse ponto, a vítima fica assustada e se move até a posição R, tenta recuperar e acalmar as águas. "Eu sinto muito", diz ele. "Eu não percebi, eu realmente aprecio o que você faz. Eu vou fazer melhor." Então o perseguidor sente-se mal sobre tudo o que ele fez ou disse e desce para a posição da vítima e fica deprimido. Então ambos estabilizam e voltam para suas posições originais.


A outra coisa que acontece, às vezes, é que a vítima se cansa de ser a vítima. Ele fica cansado do outro sempre executando o show, sempre dizendo-lhe o que fazer. Ele fica cansado de ser desprezado, porque o socorrista está basicamente dizendo: "Se não fosse por mim, você não conseguiria." De vez em quando a vítima fica farta e Bam, move-se para o papel de perseguidor. Como o salvador, a vítima neste papel explode e fica com raiva geralmente sobre algo pequeno, ou age fora.


A mensagem que não é dita é:

- Por que você não sai de perto? Deixe-me sozinho, pare de controlar a minha vida! Afaste-se, eu posso fazer as coisas sozinho! O socorrista ouve isso e se move para a posição da vítima. Ele diz a si mesmo: "Pobre de mim, toda vez que eu tento ajudar, olha o que eu tenho." O perseguidor então se sente mal por tudo o que ele fez ou disse e vai para a posição de socorrista e diz algo como: "Eu estava estressado, não tomei meus remédios, estava cansado por causa das crianças. E, em seguida, eles voltarão para onde estavam originalmente.

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